Arquivo da categoria: Comportamento

Idéias para presentear seu amigo secreto! Amigos Nerds

Sempre ficamos em dúvidas do que comprar para aquele seu/sua amigo/a secreto/a. Então pensando nisso peguei ótimas dicas que vai deixá-lo super feliz de receber. (E quem sabe seu amigo secreto também vê essa matéria e te dá um presente mega legal!)

Tema de hoje:

Amigos Nerds

Sempre tem lugar pra mais um!

Dê algo com estilo como esse Descanso de Panela Cena do Crime

Dê um Avental Homem Aranha Marvel! Ou de outros personagens!

Adesivo para notebook

Adesivo de parede

O mais barato! Pin do Tux (metal)

Qualquer livro do Game of Thrones (ahh! veja se ele/a já não tem a coleção completa antes de comprar)

Um porta-retrato para as suas fotos de família em HQ

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Seja HeavyFashion!

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Idéias para presentear seu amigo secreto! Amigos Fotógrafos

Sempre ficamos em dúvidas do que comprar para aquele seu/sua amigo/a secreto/a. Então pensando nisso peguei ótimas dicas que vai deixá-lo super feliz de receber. (E quem sabe seu amigo secreto também vê essa matéria e te dá um presente mega legal!)

Tema de hoje:

Amigos fotógrafos:

Caneca em Forma de Lente Profissional Canon (300ml)

Cartão de memória SDHC Classe 10

Alças para câmeras

Pulseira-Lente 24-70mm

Corrente pingente câmera

Marcador de Livro e Lupa

Porta-Retrato

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Idéias para presentear seu amigo secreto! Amigos Musicos

Sempre ficamos em dúvidas do que comprar para aquele seu/sua amigo/a secreto/a. Então pensando nisso peguei ótimas dicas que vai deixá-lo super feliz de receber. (E quem sabe seu amigo secreto também vê essa matéria e te dá um presente mega legal!)

Tema de hoje:

Amigos músicos

(claro que se deve saber o que ele/ela toca para presenteá-lo!)

Afinador Dolphin: já testei e é muito bom!

Capotraste Dolphin: O capotraste é um prendedor que atua como uma pestana móvel, permitindo que você tire vantagem das cordas soltas em qualquer posição.

Correia

Baquetas Vic Firth

CD do Dream Theater (aposto que qualquer músico adoraria ter um desses!)

Porta retrato

Dê filmes bons

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HeavyFashion no Tumblr!

Pois é, aderi a essa nova ferramenta. Mas o que é o Tumblr?

Uma breve historia:

O Tumblr (lê-se tâmbler) foi fundado em 2007 por David Karp juntamente e Marco Arment, como líder de desenvolvimento. 75.000 blogueiros que utilizavam outros sistemas logo mudaram para a plataforma, e desde então o serviço recebeu mais de 3 milhões de usuários.

Em 2009, adquiriu o aplicativo “Tumblerette” para iPhone, criado por Jeff Rock e Garrett Ross. Em 17 de março de 2010, foi anunciado que o site estaria acessível a partir de então em smarthphones BlackBerry através de um aplicativo criado por Mobelux. Em 17 de abril de 2010, o aplicativo foi disponibilizado no BlackBerry App World. E atualmente já existe disponível também o aplicativo para aparelhos com Android.

Em 18 de maio de 2011, o Tumblr contabilizava mais de 4.2 publicações e aproximadamente 19 milhões de blogs. No começo de junho de 2011 o visual da Dashboard ganhou várias novas funcionalidades e um novo design, como responder mensagens de modo particular (a resposta pode ser vista apenas pelo usuário que perguntou dentro de sua “Inbox”) e alguns painéis de configurações foram mudados de lugar para que se tornasse mais fácil e prático.

No dia 9 de setembro de 2011, o site alcançou a marca de 10 bilhões de posts exclusivos (sem contar reblogs), e a marca foi comemorada com uma chuva de confetes na Dashboard dos usuários que estavam conectados no momento.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tumblr
 

Traduzindo:

Para quem gosta de imagens (como euzinha aqui, meu computer fica lotado de imagens como se fosse um album de figurinhas!) e gosta de postar ou reblogar seu “ponto de vista” em todos os aspectos de forma fácil e sem rodeios, o Tumblr é tudo isso!

Então confiram o HeavyFashion no Tumblr! Muitas idéias passam por lá!

http://www.tumblr.com/blog/heavyfashion

Isso é HeavyFashion!

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Looks por idade: 50 anos

Duvidas, duvidas e mais duvidas: o que usar quando vamos ficando mais “maduras”???

Pra mim não existe o envelhecimento e sim o amadurecimento, não tenho vergonha de dizer minha idade pra ninguém (tenho 29!),  aliás, tenho orgulho porque quanto mais velha vou ficando, mais experiência vivi nessa minha jornada…

É bem difícil escrever sobre uma idade que você ainda não chegou, e eu não tenho formação em moda, tudo o que  sei sobre moda são frutos de horas e horas ganhadas (não perdidas) com leituras e pesquisa de imagens sobre o assunto.. Não gosto de re-postar matérias, mas as vezes é inevitável, então recorri ao site da Glória Kalil para estas questões: Confere aí!

Evidentemente existem Chics de todas as idades. Hoje vamos falar com as de mais de 50 anos.

Antes de tudo, vale dizer que estas mulheres têm uma grande vantagem: conhecem bem as cores que as favorecem, os decotes que as enfeitam, como esconder as gordurinhas localizadas… O único risco que correm é achar que podem tudo.

Mesmo que mantenham a silhueta em ordem, que sejam malhadas e bem-tratadas, existem alguns ícones da juventude que devem ser evitados, como as minissaias, barriga de fora, cabelão… Adequação e “desconfiômetro” são importantíssimas para que essas mulheres não escorreguem no estilo.

Mulheres com mais de 50 podem ser chiquérrimas, muito extravagantes, muito interessantes, muito o que quiserem. Só não podem acreditar que têm 20 anos! Algumas chicnautas mandaram suas dúvidas, vamos a elas:

Mulheres com mais de 50 anos podem usar jeans?

Claro que sim! Mas em situações informais e esportivas. Não é roupa para teatros, jantares ou festas.

Minha costureira recomendou que eu deixasse o meu vestido quatro dedos abaixo do joelho, mas estou achando comprido de mais, o que você acha?

A questão aqui é se o seu joelho sustenta ou não ficar à mostra. Se estiver em ordem, pode apostar em uma saia um pouco mais curta, mas nada de mínis!

Pode usar shorts com meia-calça?

O shorts urbano é um típico exemplo de ícone da juventude, evite! Deixe para usá-los na praia em cima de um maiô.

Posso usar legging com camisa ou casaco compridinho?

Pode em situações informais e somente se você não tem nenhuma gordurinha extra.

E calças curtas?

Não há nenhuma restrição, combine com sapatilhas e sandálias baixas.

Existe restrição de idade para o uso de ankle boot?

Não, essas botas mais curtas podem ser usadas por mulheres de qualquer geração.

Quais são as sugestões para um guarda -roupa adequado para mulheres de 50 anos com estilo mais jovial?

Abuse das cores, dos acessórios e dos saltos altos. Mas, mais do que tudo, fique muito atenta ao corte e a cor dos cabelos: eles são fundamentais para dar contemporaneidade ao seu visual.

Fonte: http://chic.ig.com.br/como-usar/noticia/o-que-pode-e-o-que-nao-pode-vestir-uma-mulher-com-mais-de-50-anos 

Não achei nenhuma foto de roupa mais no estilo rock ’n’ roll, mas não acredito que eu nesta idade aceitaria ficar somente com os acessórios rocker….acho que ficaria mais para esta grandes mulheres super corajosas para a época!

Isso é HevyFashion!
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Lista de Desejos #4

Quer saber quem são elas?

São as  Fashion Royalties (que NÃO são Barbies), elas vão muito além de simples bonecas. Impressionam pela perfeição dos detalhes e são totalmente articuladas até nos dedos das mãos e os pés! Isso quer dizer que dá para ter um numero inimaginável de poses para cada ensaio fotográfico delas!

Essas “modelos perfeitas” são fabricadas pela empresa americana de brinquedos Integrity Toys e tanto as bonecas quanto os looks são assinados pelo estilista Jason Wu.

A tiragem é limitadíssima e por isso o preço costuma ser bem salgado. Aqui no Brasil os valores chegam a ultrapassar mil pilas!

Mas elas são lindas, não me canso de vê-las!

Isso é HeavyFashion!

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Ada Lovelace: Condessa britânica do século 19 é primeira programadora da história

Imagem: Computer History Museum

Imagem: Computer History Museum

Como parte das homenagens ao Dia Internacional da Mulher, falamos hoje sobre “a mãe da programação”, Ada Lovelace. Enquanto mulher, nascida sob os conceitos e preconceitos do século 19, se tornou matemática de respeito e a primeira programadora de computadores da história.

por Sara Ferrari

É compreensível que todos os que vêem as fotos e gravuras de Augusta Ada King, Condessa de Lovelace, a imaginem como uma atualizada contraparte romântica de Maria Antonieta. Mas seu rosto angelical e sua figura aristocrática escondiam um autêntico espírito Geek: Lovelace é considerada a mãe da programação, tendo escrito os primeiros programas da humanidade – antes de qualquer homem!

Com as roupas da época, em meio ao romantismo do século 19, a Condessa usava tradicionais vestidos largos feitos a mão com caríssimos tecidos vindos do Oriente. Mas, à parte das frivolidades da nobreza rica e vazia – que ocupavam a totalidade do tempo das mulheres – e dos problemas militares e de política – que interessavam grande parte dos homens -, Ada Lovelace pôde dedicar-se à matemática, ciência que ela dominava em um nível semelhante ao dos grandes cientistas da época. Isso levou a “condessa nerd” a interessar-se pela invenção de seu amigo, o também matemático Charles Babbage: a Máquina Analítica.

A Máquina Analítica de Babbage

Uma réplica da Máquina Diferencial criada por Charles Babbage. Imagem: Science Museum

Uma réplica da Máquina Diferencial criada por Charles Babbage. Imagem: Science Museum

Ada Lovelace entrou para a história depois de concluir em 1843 uma série de algoritmos 1 que eram compatíveis com a Máquina Analítica 2. Tal máquina, nunca construída, era um aprimoramento de duas outras máquinas mais simples que Babbage começou a construir e nunca terminou, as Máquinas Diferenciais.

As três máquinas serviam para fazer longas sequências de cálculos matemáticos simples, normalmente apenas soma e subtração. Naquele tempo, os cientistas e estatísticos criavam tabelas com os resultados pontuais de seus experimentos e pesquisas, e depois empregavam pessoas com parcos conhecimento de matemática (apenas somar e subtrair) para “fazer continhas” com os valores dessas tabelas para chegar a um resultado final. O processo, do qual participava muita gente, era obviamente sujeito a muitos erros.

Essas pessoas, na época chamados de computadores, faziam o “trabalho braçal” com o qual os cientistas não queriam perder tempo. Babbage vislumbrou então a possibilidade de criar computadores mecânicos para substituir com vantagens esse trabalho braçal. 3

A Máquina Analítica de Babbage era programável, e não estática como suas máquinas diferenciais. Os programas, obviamente simples, eram ajustados na máquina por meio da troca de engrenagens e depois inseridos por meio de cartões perfurados, usando uma técnica inventada pelos franceses Bouchon, Falcon e Jacquard (sim, aquele do tear automático) no século anterior.

 Ada, a programação e a inteligência artificial

  Mesmo nunca tendo sido construída, a Máquina Analítica era um desafio mental e tanto, e a Condessa de Lovelace era uma das poucas no mundo a entendê-la.

Quando Ada tinha 17 anos, já tinha conhecimento sobre o trabalho de Charles Babbage através de uma conferência realizada em junho de 1833. Pioneiro e referenciado como o inventor do primeiro computador, sua criação exigia técninas bastante avançadas e caras, e por isso nunca foi construída enquanto Babbage era vivo, sendo apenas “um conjunto de partes mecânicas” 4

A jovem estudante foi apresentada à Bubbage pela sua tutora Mary Somerville e a partir do primeiro encontro, os dois voltaram a ser reunir inúmeras vezes. “O pai dos computadores” ficou impressionado com as habilidades matemáticas e a forma como ela entendia sua engenhoca como ninguém. Logo, Bubbage tornou-se seu tutor e mais tarde colega de trabalho.

Durante nove meses entre 1842-43, a pedido de seu mais novo tutor, Ada traduziu um artigo do matemático italiano Luigi Menabrea (futuro primeiro ministro da Itália), no qual ela mesma acrescentou algumas anotações. Essas notas, que foram categorizadas alfabeticamente, tinham extensão maior que o próprio texto.

Na seção de letra G de suas notas, Ada detalhou um método para calcular uma sequência de números de Bernoulli compatíveis com a máquina analítica de Babbage, que teria funcionado corretamente caso a máquina tivesse sido construida durante a vida da Condessa. Foi a partir desse documento que Ada Lovelace foi considerada para muitos a primeira programadora do mundo.

Lovelace foi também a primeira pessoa a prever – nessas mesmas notas – que os computadores poderiam ir além de cálculos e números, enquanto outros, incluindo o próprio Babbage, concentraram-se apenas no cálculo de tabelas. Para Ada, os computadores tinham potencial para serem inteligentes de fato – algo só vislumbrado novamente quase cem anos depois (em 1936) pelo genial Alan Turing, o pai da computação moderna, e que só virou realidade (e ainda de forma muito limitada) no final dos anos de 1970.

Em 1953, as notas de Lovelace sobre a Máquina Analítica foram republicadas e foi somente nessa época que computadores de uso geral surgiram, baseados nas pesquisas de Turing e de forma independente ao trabalho da Condessa e de Babbage.

Controvérsia

A relação entre Babbage e Ada que levou anos fez o criador da máquina analítica chamar a Condessa por um apelido um tanto quanto carinhoso: A Encantadora dos Números. Imagem: minehead-online.com

A relação entre Babbage e Ada que levou anos fez o criador da máquina analítica chamar a Condessa por um apelido um tanto quanto carinhoso: A Encantadora dos Números. Imagem: minehead-online.com

 Não são todos que acreditam na contribuição de Ada na criação de Babbage. Dorotothy Stein, autora de um livro biográfico da Condessa, declara que a maioria dos programas escritos e estudados foram feitos pelo criador da máquina. E essa constatação não saiu de sua imaginação. Babbage escreveu em Passages from the Life of a Philosopher em 1864:

“Eu então sugeri que ela [Ada Lovelace] acrescentasse algumas notas na tradução de Menebrea, idéia que foi imediatamente adotada. Nós discutimos juntos várias interpretações que poderiam ser introduzidas: Eu sugeri várias, mas a seleção foi inteiramente dela. Da mesma maneira que aconteceu com o trabalho algébrico em diferentes problemas, exceto, de fato, aquela sequência de números de Bernoulli, na qual eu havia me oferecido a fazer para poupar a Lady Lovelace. Nisso ela me devolveu para fazer alguns ajustes, tendo detectado um erro grave cometido por mim durante o processo.”

No trecho Babbage deixa claro que muito do que é atribuído hoje a Lovelace pode ter sido feito por ele mesmo. Mas é consenso hoje que é difícil relacionar (ou negar) o envolvimento de Lovelace nos trabalhos de Babbage através de seus escritos, uma vez que ele mesmo tende a não reconhecer qualquer ajuda externa em suas realizações.

 

 

Em 1843 Babbage escreveu para a Condessa em uma das muitas cartas destinadas a ela: Esqueça este mundo, todos os seus problemas e se possível, os numerosos charlatães – tudo, em suma, menos [que você é] a Encantadora dos Números. Imagem: Wikipédia

Em 1843 Babbage escreveu para a Condessa em uma das muitas cartas destinadas a ela: "Esqueça este mundo, todos os seus problemas e se possível, os numerosos charlatães – tudo, em suma, menos que você é a Encantadora dos Números." Imagem: Wikipédia

A formação de Ada Lovelace

Ada Lovelace quando criança. Imagem: medievalsicily.com

Ada Lovelace quando criança. Imagem: medievalsicily.com

  Nascida em dezembro de 1815 Augusta Ada Byron vivenciou, tanto na infância quando na juventude, as consequênicias da falta de estruta familiar. Adicionalmente, com frequência era acometida de doenças crônicas, que a deixavam debilitada por longos períodos. Esses aspectos de sua vida afetaram diretamente em seus estudos iniciais na matemática.

Sua mãe, Annabella Milbanke, Baronesa de Wentworth, tinha uma certa obsessão em afastar de Ada qualquer indício da loucura que supostamente teria acometido o pai da moça, Lord Byron (sim, ele mesmo, o famoso poeta), fazendo com que a menina ainda cedo aprendesse matemática. Dessa forma, Lovelace foi rigidamente educada com matemáticos e cientistas do quilate de William Frend, William King, Mary Somerville e Augustus De Morgan.

Como muitos outros pioneiros, seu trabalho foi realmente apreciado apenas depois de sua morte. Na época em que viveu, mulheres em geral tendiam a ter gostos e afazeres diferentes dos da Condessa de Lovelace. Portanto, ela teve que esconder-se sob diversos disfarces para poder ter seu trabalho divulgado. Como prova disso, a série de notas que Ada escreveu para a máquina analítica de Babbage foi assinada – por ela mesma – apenas com suas iniciais, com medo de ser censurada por ser mulher.

Homenagens à Condessa dos Números

 É fato que houve incontáveis mulheres que fizeram contribuições significativas para a computação, mas Ada Lovelace é a única que teve, oficialmente (pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos), uma linguagem de programação levando seu nome: ADA, voltada para sistemas embarcados e de processamento em tempo real (real time). Além do nome “de batismo”, o manual da linguagem tem o número de registro MIL-STD-1815 – o ano de nascimento de Lady Lovelace.

Inúmeras homenagens foram feitas a partir do reconhecimento do trabalho da Condessa. O rosto de Ada Lovelace apareceu como uma marca de autenticidade dos certificados de licença do sistema Microsoft Windows por muitos anos.

Alguns filmes foram rodados tentanto reproduzir a vida da jovem, e houve boatos em abril de 2010 dando conta de que Zooey Deschanel seria a protagonista de uma nova produção – que teria como título o apelido de Babbage a Ada: Enchantress of Numbers. Mas, o longa-metragem que realmente chegou aos consumidores foi estrelado por Tilda Swinton, em uma ficção científica onde a protagonista acredita trazer a Condessa de volta a vida usando seu DNA. Desrespeitoso, para dizer o mínimo…

Muitos livros também foram escritos para retratar a vida da Condessa ou em ficções usando dua história.The Difference Engine, dos geniais escritores Cyberpunk Wiliam Gibson e Bruce Sterling, e Ada, The Enchantress of Numbers são dois exemplos marcantes.

De qualquer forma, o legado deixado por ela é inegável. Tudo o que conhecemos por programação hoje deriva do estudo da Condessa, e sua nota na seção G da tradução de Menebrea – com ou sem o devido reconhecimento disso.

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1 Algoritmo: segundo a Wikipedia, “uma sequência finita de instruções bem definidas e não ambíguas, cada uma das quais pode ser executada mecanicamente num período de tempo finito e com uma quantidade de esforço finita”. Explicando de forma mais simples, é como se fosse uma receita que explica em palavras humanas o que o computador deve fazer. A partir do algoritmo, que é escrito numa folha de papel na língua do programador (por exemplo, português), é gerado o programa de fato, escrito no próprio computador, em uma linguagem apropriada (hoje temos VisualBasic, Java, Python, C#, JavaScript, Objective C… a lista é interminável).

2 Há que se lembrar, ainda, que na época de Lovelace não havia linguagem de programação, portanto os algoritmos funcionavam como guias para a montagem das engrenagens da Máquina Analítica na ordem correta, para o cálculo que se queria fazer.

3 Portanto, o nome computador do jeito que usamos hoje veio desse “robô computador” de Babbage, que por sua vez substituiu os computadores humanos. Hoje causa estranhamento o significado “ao contrário” do termo, mas sua origem é exatamente essa. O termo foi, aliás, usado até o final dos anos de 1940, pois as programadoras do ENIAC eram chamadas também de computadoras. A máquina mesmo, o ENIAC, era chamada de “cérebro eletrônico” e outras sandices de época.

4 O filho de Babbage montou duas das máquinas depois da morte do pai, com peças que encontrou no laboratório deste último. Mas eram apenas montagens parciais. As máquinas diferenciais só foram realmente montadas no século 20 e mostraram-se mais precisas do que a maioria das calculadoras de bolso de quatro operações. A Máquina Analítica é alvo de um projeto milionário de cientistas britânicos, que esperam ter montado um exemplar, de acordo com os projetos deixados por Babbage, em dez anos (NYT).

Vi no Geek 2 geek.
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Até aonde é inspirado, até aonde é cópia?

A matéria é antiga, mas resume bem o que estou falando, achei bem interessante..

Vi no: Moda de Subculturas 
 

Iron Fist x Melissa + Inspirações Brasileiras

A nova coleção da marca de calçados alternativos Iron Fist lançou dois modelos super parecidos com duas sandálias da marca nacional Melissa. Não pude evitar as comparações, desde que sou uma Melisseira de plantão e também fã dos designs da Iron Fist.

 Iron Fist X Melissa Cute

Iron Fist X Melissa Zen girl + Vivienne Westwood

Se realmente houve inspiração de uma marca estrangeira em peças de uma marca nacional, não é a primeira vez que acontece, como já postei aqui.

Muitos de nós odiamos o carnaval não é? (ou ao menos odiamos o que ele se tornou, uma indústria milionária), tempos atrás vi um look gótico num evento estrangeiro, completamente sexy, cheio de penas, brilhos e adereços, bastante sugado de nosso carnaval e daptado à estética gótica.

Tudo da nossa cultura pode ser adaptado ao alternativo, basta ter criatividade. Lembram de uma pesquisa de moda alternativa nacional que fiz ano passado? (poucos se interessaram em responder). A maior dúvida foi quanto à pergunta de número 35 que era sobre características da cultura nacional que poderiam ser adaptadas à moda alternativa. As respostas foram “não entendi a pergunta”, “nada” ou “não sei”. O que mostra a falta de visão inovadora/empreendedora do nosso público.

A diferença é que os estrangeiros vêem a moda como um mercado de fazer dinheiro, para tal, quem for mais inovador/diferente cativa mais público ávido por coisas diferentes, vendem mais, por isso adaptam ao alternativo tudo que puderem. Tendemos a não ver nossa cultura como algo adaptável ao lado obscuro da vida. Se pararmos pra pensar, os estrangeiros se inspiram em aspectos da cultura e história deles e a gente acaba tomando isso pra para nós. Sabemos e admiramos a cultura deles e esquecemos de olhar para a nossa. Se não adaptamos nossa cultura e história ao alternativo, os estrangeiros fazem isso por nós e o dinheiro, claro, vai pro bolso deles.

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Marroquinas criam 1º clube feminino de moto em países árabes

Mulheres do “Miss Moto Marrocos” se preparam para outro passeio – Foto: EFE

 Elas não possuem tatuagens, adereços de caveiras e também fogem da típica imagem rebelde dos motoqueiros – substituída, neste caso, por um adesivo de asas rosas no capacete. O desenho é o logotipo do “Miss Moto Marrocos”, a primeira associação de mulheres motoqueiras em um país árabe. O nome citado não se refere a nenhum concurso de beleza sobre rodas, mas ressalta a condição feminina das adeptas desse moto clube. Criada em meados de dezembro, a associação já apresenta 15 mulheres com idades compreendidas entre 22 e 50 anos. Casadas, solteiras, estudantes, aposentadas, com ou sem véu (hijab), todas compartilham uma mesma paixão: as motos.

Com as motocicletas em fila indiana, capacetes apertados e motores ligados, as mulheres do “Miss Moto Marrocos” estão prontas para pegar as estradas diante dos olhares surpresos de alguns dos pedestres da orla de Casablanca, onde ocorre a reunião. O rugido dos motores das Harley-Davison, Honda Shadow e Yamaha FZR, entre outras marcas, se misturam com o som das buzinas dos carros da movimentada capital econômica do Marrocos. “Fiz a Rota 66 (estrada dos Estados Unidos) e vi mulheres de todas as idades percorrendo esse trajeto. Assim, eu me perguntei: por que as marroquinas não estão aqui?”, indaga Dalila Mosbah, a presidente da associação, que ressalta que sua paixão pelas motos começou aos 16 anos.

Na ocasião, Dalila havia acabado de conhecer o marido, que atualmente acompanha a ela e ao resto das motoqueiras do “Miss Moto Marrocos” em seus passeios no estilo “Easy-Rider”. Além do marido de Dalila, mais dois homens acompanham o grupo das mulheres com a intenção de fazer “escolta”. “Se somos acompanhadas pelos homens é por uma questão de segurança e também um costume. As mulheres na Europa são mais independentes, mas as marroquinas não saem sós”, explica Dalila, que tem três filhos, todos eles motoqueiros. A cirurgiã dentista Amal Bennis, 44 anos e mãe de dois filhos, confessa que tirou a carteira de habilitação e comprou a moto “sem avisar sues amigos e familiares”. Ela não queria que ninguém desanimasse seu sonho.

Durante uma hora e meia, as motoqueiras percorrem a rota que leva à praia de Tamaris, em direção ao sul. Além de ser uma oportunidade para se reunir e desfrutar de um passeio sobre rodas, essas viagens também servem como treinamento para a realização do primeiro Dia Mundial da Mulher Motoqueira, que será realizado no dia 18 de março em Marrakech, oito dias após o Dia da Mulher Trabalhadora.

“Quero fazer uma chamada para todas as mulheres que conduzem em duas rodas, inclusive em bicicleta, a participar deste desfile”, diz Dalila, que ressalta que o “Miss Moto Marrocos” nasceu com a ideia de organizar missões dedicadas à caridade e a solidariedade. De volta à orla de Casablanca, o grupo realiza um parada na loja da Harley-Davidson, onde Mamoun Tadili, proprietário do estabelecimento, apresenta um “pacote de preços especiais” para as mulheres. “Gostaria de ver mais mulheres conduzindo. Estamos fartos de tantos homens”, brinca Tadili, que desde 2007, quando abriu a loja, já vendeu oito motos para mulheres.

Vi no: http://esportes.terra.com.br

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Lista de Desejos #3

Um kit de iluminação dignos para uma amadora dessa arte!

Achei algumas frases que traduzem o que um fotografo poderia sentir….Eu sinto isso, apesar de ser fotografa amadora….

“Para o medico, o prazer dele é curar as pessoas
Para o dentista, o prazer é remover a carie
Para o engenheiro, o prazer esta em ver suas obras contruidas
Para o jornaleiro, o prazer é de saber que leva informação aos outro
Para o fotografo, o prazer esta em poder regitrar todos esses acontecimentos e parar o tempo como uma maquina do tempo o faria” 
Autor Desconhecido  
“A fotografia, antes de tudo é um testemunho. Quando se aponta a câmara para algum objeto ou sujeito, constrói-se um significado, faz-se uma escolha, seleciona-se um tema e conta-se uma história, cabe aos espectadores, o imenso desafio de lê-las.”
Autor Desconhecido