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HeavyFashion no Tumblr!

Pois é, aderi a essa nova ferramenta. Mas o que é o Tumblr?

Uma breve historia:

O Tumblr (lê-se tâmbler) foi fundado em 2007 por David Karp juntamente e Marco Arment, como líder de desenvolvimento. 75.000 blogueiros que utilizavam outros sistemas logo mudaram para a plataforma, e desde então o serviço recebeu mais de 3 milhões de usuários.

Em 2009, adquiriu o aplicativo “Tumblerette” para iPhone, criado por Jeff Rock e Garrett Ross. Em 17 de março de 2010, foi anunciado que o site estaria acessível a partir de então em smarthphones BlackBerry através de um aplicativo criado por Mobelux. Em 17 de abril de 2010, o aplicativo foi disponibilizado no BlackBerry App World. E atualmente já existe disponível também o aplicativo para aparelhos com Android.

Em 18 de maio de 2011, o Tumblr contabilizava mais de 4.2 publicações e aproximadamente 19 milhões de blogs. No começo de junho de 2011 o visual da Dashboard ganhou várias novas funcionalidades e um novo design, como responder mensagens de modo particular (a resposta pode ser vista apenas pelo usuário que perguntou dentro de sua “Inbox”) e alguns painéis de configurações foram mudados de lugar para que se tornasse mais fácil e prático.

No dia 9 de setembro de 2011, o site alcançou a marca de 10 bilhões de posts exclusivos (sem contar reblogs), e a marca foi comemorada com uma chuva de confetes na Dashboard dos usuários que estavam conectados no momento.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Tumblr
 

Traduzindo:

Para quem gosta de imagens (como euzinha aqui, meu computer fica lotado de imagens como se fosse um album de figurinhas!) e gosta de postar ou reblogar seu “ponto de vista” em todos os aspectos de forma fácil e sem rodeios, o Tumblr é tudo isso!

Então confiram o HeavyFashion no Tumblr! Muitas idéias passam por lá!

http://www.tumblr.com/blog/heavyfashion

Isso é HeavyFashion!

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Até aonde é inspirado, até aonde é cópia?

A matéria é antiga, mas resume bem o que estou falando, achei bem interessante..

Vi no: Moda de Subculturas 
 

Iron Fist x Melissa + Inspirações Brasileiras

A nova coleção da marca de calçados alternativos Iron Fist lançou dois modelos super parecidos com duas sandálias da marca nacional Melissa. Não pude evitar as comparações, desde que sou uma Melisseira de plantão e também fã dos designs da Iron Fist.

 Iron Fist X Melissa Cute

Iron Fist X Melissa Zen girl + Vivienne Westwood

Se realmente houve inspiração de uma marca estrangeira em peças de uma marca nacional, não é a primeira vez que acontece, como já postei aqui.

Muitos de nós odiamos o carnaval não é? (ou ao menos odiamos o que ele se tornou, uma indústria milionária), tempos atrás vi um look gótico num evento estrangeiro, completamente sexy, cheio de penas, brilhos e adereços, bastante sugado de nosso carnaval e daptado à estética gótica.

Tudo da nossa cultura pode ser adaptado ao alternativo, basta ter criatividade. Lembram de uma pesquisa de moda alternativa nacional que fiz ano passado? (poucos se interessaram em responder). A maior dúvida foi quanto à pergunta de número 35 que era sobre características da cultura nacional que poderiam ser adaptadas à moda alternativa. As respostas foram “não entendi a pergunta”, “nada” ou “não sei”. O que mostra a falta de visão inovadora/empreendedora do nosso público.

A diferença é que os estrangeiros vêem a moda como um mercado de fazer dinheiro, para tal, quem for mais inovador/diferente cativa mais público ávido por coisas diferentes, vendem mais, por isso adaptam ao alternativo tudo que puderem. Tendemos a não ver nossa cultura como algo adaptável ao lado obscuro da vida. Se pararmos pra pensar, os estrangeiros se inspiram em aspectos da cultura e história deles e a gente acaba tomando isso pra para nós. Sabemos e admiramos a cultura deles e esquecemos de olhar para a nossa. Se não adaptamos nossa cultura e história ao alternativo, os estrangeiros fazem isso por nós e o dinheiro, claro, vai pro bolso deles.

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Serie: The Pillars of The Earth – Os Pilares da Terra (2010)

Primeiramente, vamos às apresentações: The Pillars of the Earth é uma minissérie em 8 episódios adaptada do best-seller de mesmo nome escrito por Ken Follett e publicado pela primeira vez em 1989. Filmada na Hungria e na Áustria, a trama é cheia de ramificações, por vezes intrincada e, embora a história seja vendida como um romance sobre a Kingsbridge Cathedral, a primeira igreja gótica do Reino Unido, começa a ser construída, o plot principal envolve a história ficcional que narra 40 anos da vida dos personagens envolvidos na construção, que gerou crises religiosas e políticas, como golpes de Estado e a luta pelo poder numa época situada perto da metade do século XII, conhecida como A Anarquia.

A série começa justamente com os eventos que resultaram no início da Anarquia: o naufrágio sem sobreviventes da embarcação conhecida como White Ship, que levava a bordo William, o único filho homem do já em idade avançada rei Henrique I, logo, o sucessor ao trono da Inglaterra.

Matthew Macfadyen

Como nem a Igreja nem os lordes tinham qualquer interesse em ser governados por uma mulher – e além de William o rei tinha apenas mais uma filha, Matilda – após a morte de Henrique I, seu sobrinho Stephan (que, reza a lenda, só não morreu no naufrágio porque teve que sair correndo da embarcação antes que ela partisse, devido a uma diarréia violenta), reivindica o trono e acaba sendo coroado rei da Inglaterra.

A coroação de Stephan (Tony Curran, recentemente visto como Lugo Elson na última temporada de 24 Horas) dá início a uma guerra travada por Matilda (Alison Pill, a April de In Treatment) e alguns leais amigos de seu pai como o conde Bartolomeu (Donald Sutherland) pela retomada do trono.

De olho nas roupas, acessorios, joias, cabelos....temas épicos são muito bons!

A partir deste ponto somos introduzidos a um mundo de ambições políticas, eclesiásticas e sociais. Todas as boas e velhas histórias contadas em qualquer trama que retrate a Idade Média estão presentes na minissérie.

Temos Tom, O Construtor (Rufus Sewell, de Eleventh Hour) e sua família pobre, honrada e sofredora, que pena para sobreviver em tempos onde trabalho e comida andam escassos. Temos Waleran (Ian McShane, de Deadwood e Kings), o padre que ambiciona tornar-se bispo mais do que tudo no mundo e para isso usa e abusa de tudo e de todos que cruzarem seu caminho, sempre em nome de Deus. Temos Philip (Matthew Macfadyen, o Mr. Darcy de Orgulho e Preconceito), o padre que jura que não é ambicioso, mas para salvar a sua paróquia acaba fazendo alianças com gente da laia de Waleran. Temos Ellen (vivida pela atriz alemã Natalia Wörner), a ex-noviça que foi quicada do convento porque carregava no ventre Jack (Eddie Redmayne, visto em The Other Boleyn Girl), o filho bastardo de um homem condenado.

Mas mesmo com todos os clichês históricos, Ken Follett conseguiu criar uma história interessante de se acompanhar, cheia de ligações, onde os caminhos de quase todos os personagens acabam se cruzando e resultando em tramas atraentes e condizentes com o caráter dos personagens.

Ah, e vale lembrar que a minissérie já tem uma espécie de continuação garantida. A adaptação de World Without End, considerado uma parte II da saga e que trata da história dos descendentes de alguns dos personagens principais de The Pillars of the Earth, 200 anos após os acontecimentos do primeiro livro, já foi encomendada pelo canal Starz. Terá 8 episódios também.

Fontes: http://www.apaixonadosporseries.com.br/series/primeiras-impressoes-the-pillars-of-the-earth/ e http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/tag/the-pillars-of-the-earth/

Em minha opinião o mais interessante da serie fora as roupas, os acessórios, os penteados, enfim, tudo que tem a ver com a moda épica… foi ver as dificuldades pelo qual passavam os construtores “arquitetos” na realização de seus grandes projetos, principalmente nas inovações, como a do teto abobadado, que após varias tentativas de construção e reforma, concluiu uma das mais criativas obras da arquitetura. E também uma curiosidade: como as plantas/projetos eram feitos. Atualmente após um esboço em papel o projeto é criado no AutoCAD/ SketchUp, entre outros softwares e depois vemos tudo em 3D. Na serie aparece ele riscando o projeto em algo que se assemelha a uma pedra devidamente preparada.

Vale a pena assistir!

Atualmente a serie pode ser vista no canal Band as terças-feiras.

Inovação, será que isso pega?

Inovação, será que isso pega?

Sabe aquele seu terreno minúsculo? Olha que ideia desse arquiteto japonês..

Você já deve ter escutado que espaço no Japão é um item absolutamente raro. Qualquer pedaço de chão precisa ser muito bem utilizado, o que faz com que surjam obras capazes de nos deixar surpresos.

Um bom exemplo disso é a criação do arquiteto Kota Mizuishi. Em um minúsculo pedaço de terreno, ele ergueu uma casa completa, com direito a cozinha, banheiro, quartos e sala de jogos. Tudo isso avaliado em US$ 200 mil.

Vi no Cristão Confuso: http://www.cristaoconfuso.com/#ixzz1d96j3MFh

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